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SERÁ QUE O NOME DA SUA EMPRESA NÃO ESTÁ PREJUDICANDO O SEU NEGÓCIO?
Resolvi, neste momento de tanta turbulência e volatilidade econômica que diversos países estão vivendo, que seria interessante passar para os leitores da coluna “Além do Alcance”, aqui no meu Portal. a compreensão que como Engenheiro Dimensional tenho das Marcas no mundo dos negócios. Acredito que este artigo ajudará muitos empresários a formarem um entendimento mais próximo da realidade sobre a relação existente entre uma Marca e o negócio que ela denomina. O nome de uma empresa, a sua Marca, é um Mantra, é um código que as pessoas que ali trabalham são forçadas, involuntariamente, a utilizar, 8, 10 e até 12 horas por dia. Aquele nome as faz viver em seus inconscientes conteúdos de experiências que depois de uns 6 meses instalam nelas um conjunto de crenças inconscientes que passa a interferir, por um lado, na gestão comportamental do negócio e, por outro, na forma como o Universo passa a tratá-lo. À partir daí a empresa é introduzida numa Bolha de Existência – uma espécie de micro universo particular seu - dentro da qual passa a viver. E ali dentro o seu funcionamento passa a ser rigidamente controlado por regras, na maioria das vezes, bem mais fortes do que as produzidas pelo ambiente econômico e social no qual se acha contida. Os negócios de uma empresa não podem ser avaliados e entendidos corretamente utilizando-se ferramentas de lógica simples. A Marca de uma empresa se comporta como um carro nas mãos de um piloto de corrida, que é como enxergo a gestão produzida pelas pessoas que a irão pilotar. Se ela é um Mantra bom, um carro bom, capaz de produzir comportamentos empresarialmente desejáveis e respostas de favorecimento por parte do Universo, seus pilotos serão bem sucedidos em suas ações e mesmo que não vençam sempre todas as corridas, irão obter, com certeza, boas colocações, criando um desempenho médio vencedor.
O que é
um nome bom ? É um nome que aciona, entre outras
coisas, capacidade de
realização e de frieza gerencial. Por incrível que pareça entra muita emoção
na prática da gestão empresarial, e aí rolam decisões impensadas, puramente emocionais,
destituídas de qualquer lógica, que às vezes culminam na promoção para
um cargo de uma pessoa que não devia ser promovida, deixando de lado outra
com uma capacidade muito maior e, sem dúvida alguma, muito mais adequada às
necessidades administrativas da empresa. Já se a empresa é uma consultoria, de contabilidade e finanças, é preciso trabalhar neles a sua capacidade analítica, de lidar com dados, o que é completamente diferente. Existe também o outro lado da história que é a ação do nome da empresa nos consumidores, pois ele tem que ser um gerador de fascínio e um emanador poder de caça.
A raça
humana adora se associar à idéias de poder de caça, porque na nossa
ancestralidade fazer parte de um bom grupo de caçadores era fundamental para
a nossa sobrevivência. Todo ser humano até hoje gosta de fazer negócios, de formar parcerias e de estar próximo de fontes que emanam poder de caça.
Quando
uma pessoa ou empresa passa a idéia de que é poderosa, mesmo que não seja,
volto a dizer que essa é uma idéia subjetiva, você sente confiança, e a
priori, quer estabelecer com ela parcerias de negócio. Carisma sabe o que é?
É quando
um nome ativa na gente, dentro do nosso campo energético
de superfície, mais conhecido como aura humana, uma freqüência de cor
púrpura que tem características medicinais fantásticas. Os mestres indianos quando fazem trabalho de transformação com meditação obrigam as pessoas a se vestirem com a cor púrpura. Então, tem nomes que estimulam isso na aura da gente, causando uma sensação de bem estar interno que produz em contrapartida o que eu chamo de carisma e isso é um processo inconsciente. Os nomes de empresas para serem Marcas Fortes tem que gerar esse carisma. Eles tem que criar nas pessoas, na aura delas, essa emanação de púrpura, além de passar a idéia de poder de caça. Se o nome de uma empresa é uma Marca que trabalha carisma e poder de caça ao mesmo tempo ocorre uma explosão de sucesso, as pessoas abrem a guarda e querem consumir seus produtos. Um outro apelo muito importante que uma Marca deve ter é acionar prazer nas pessoas. O maior exemplo mundial disso é o nome Coca-Cola que é um código estimulador de prazer no inconsciente de milhões de pessoas de diversas gerações. É muito importante deixar claro que a vida de uma empresa não é diferente da vida de uma pessoa. Tem um lado que pode ser controlado, onde são tomadas as decisões empresariais, onde é feito o planejamento estratégico, mas tem, também, um lado que nenhum empresário controla, do qual podem surgir adversidades imprevisíveis, como leis que favoreçam um determinado segmento econômico, e outras capazes de detonar tudo. Para sair da teoria e entrar na pratica vejamos o exemplo da empresa HALDORA Industrial de Equipamentos Automotivos S.A., cujo nome é fictício e foi criado por mim para servir de modelo para a análise a seguir. A Marca HALDORA direciona as ações da empresa para a Sala 4 do Inconsciente Humano estabelecendo nas pessoas com ela envolvidas, comercialmente, um processo existencial meio, que se transforma numa crença que passa a comprimir as Malhas de Partículas do Universo com uma força que o leva a produzir uma ação contrária inundando a vida da HALDORA com eventos que passam a criar uma enorme dificuldade para ela finalizar – e concluir a bom termo – os processos empresariais com os quais se encontra envolvida. Em outras palavras a Marca HALDORA trava completamente o fluxo de atividades da Empresa. A Marca HALDORA também não aciona a dimensão do Universo responsável pela construção dos caminhos que nosso impulso nos leva a percorrer, fazendo com que muitos bons negócios que começam a tomar forma – e que de certa forma parecem quase certos de se realizar – se desfaçam sem maiores explicações, levando muitos empresários a formular para si próprios a célebre pergunta: “Mas o que deu errado?”. A Marca HALDORA bloqueia dimensionalmente as materializações necessárias para que as empreitadas atinjam com sucesso seus objetivos. A Razão Social HALDORA Industrial de Equipamentos Automotivos S.A. direciona as ações da empresa – via suas atividades administrativas – para a Sala 9 do Inconsciente Humano introduzindo na vida da Empresa um esquema regular de cortes, fazendo-a começar sempre intensamente novos projetos, para mais adiante criar uma resposta dimensional por parte do Universo que interrompe abruptamente os mesmos – de forma em geral inexplicável para a compreensão que se tenta fazer do ocorrido através dos conhecimentos tradicionais de administração e marketing – levando os gestores da Empresa a tirar conclusões erradas a respeito da qualidade dos negócios que estão tocando. Muitos negócios bons não dão certo e acabam, adquirindo fama de ruins ou inadequados a um determinado momento econômico, por causa, na verdade, dos efeitos dimensionais produzidos por Marcas Ruins como a HALDORA e sua Razão Social. É importante que as Marcas de empresas e produtos passem a ser compreendidas pelo seu conteúdo dimensional e não pelos conceitos conscientes que expressam, sob pena de vermos enormes recursos de trabalho humano e de capital serem destruídos regularmente em diversas economias do nosso Planeta. Ninguém deve brincar de ser empresário e ter uma Boa Marca para uma empresa ou um produto é fundamental. Mas, infelizmente, as pessoas tem uma relação com os nomes como se fossem amuletos e acreditam ingenuamente que uma idéia consciente boa para um negócio o ajudará a ser bem sucedido. O nome de uma empresa não é um adorno estético, ele é um gerador de realidades para os negócios que ela administra e conduz, que trabalha a capacidade dos funcionários, e dos donos, de atuarem com eficiência e que estabelece, inconscientemente, nos consumidores uma maneira deles a perceberem e se relacionarem com ela e seus produtos. Muitas Marcas que tem idéias bonitas conscientemente, às vezes fazem verdadeiros estragos dimensionais. É incrível a quantidade de dinheiro que é jogada fora quando se vai montar um negócio: contratam o melhor Designer para dar um belo formato visual as Marcas e às suas aplicações, o melhor Contador, fazem planos estratégicos, pesquisas de mercado, e na hora de dar o nome optam por qualquer um. E se escolhe um nome gerador de efeitos dimensionais inadequados pode contar que vai ser tudo perdido em menos de 2 anos, pois eles introduzirão a Empresa numa Dimensão de Realidade impossível de ser eficientemente gerenciada, jogando numa lata de lixo os sonhos e desejos de realização material dos que a criaram. Será que vale a pena arriscar tanto? Criar cientificamente Marcas para empresas e produtos com esta finalidade é uma das competências da Engenharia Dimensional e deixar de utilizar os seus conhecimentos é se condenar a um mundo de sabedoria empresarial ultrapassada e às conseqüências econômicas e financeiras desastrosas produzidas por tal decisão.
Rio de Janeiro, 03 de março de 2010
Gilson Chveid Oen Numerologia Científica e Engenharia Dimensional e-mail: gilson@gilsonchveidoen.com.br
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